Por Roberto Marcio Trazemos uma novidade para o artigo da semana que pode indicar o início de um setor importante da economia. Em uma pesquisa realizada pela Adtail Newblue e pelo E-commerce Brasil mostrou que […]
Por Roberto Marcio Trazemos uma novidade para o artigo da semana que pode indicar o início de um setor importante da economia. Em uma pesquisa realizada pela Adtail Newblue e pelo E-commerce Brasil mostrou que […]
Quando o vice-primeiro-ministro Deng Xiaoping visitou os Estados Unidos, em 1979, ele apareceu num rodeio realizado no estado do Texas, vestindo um chapéu de vaqueiro, num símbolo de amizade entre as duas nações. De lá para cá, o comércio e negócios impulsionaram o país asiático a se tornar um gigante econômico. Só que um aplicativo virou o epicentro de um grande debate que, a rigor, só interessa mesmo aos políticos, pois sua funcionalidade pode ajudar a expandir marcas a despeito de todo o contexto político que o envolve.
A Black Friday acontecerá apenas no dia 27 de novembro, mas ganhará transformações significativas este ano. Além da pandemia de coronavírus que vai impactar diretamente na forma como as pessoas realizam compras, há ainda um novo cenário tecnológico pela frente: o Pix, nova rede de pagamentos instantâneos que chega oficialmente poucos dias antes da ocasião.
Dentro do ambiente de negócios do “novo normal” no qual estamos vivendo, para estar à frente ou tentar mitigar riscos nos negócios, muitas empresas necessitarão de uma abordagem extremamente diferente da que vinham trabalhando para manter-se de pé e também poder crescer. Uma delas estará disponível em breve e que promete impactar nos negócios: previsto para ter início em novembro, o PIX – novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC) – deve revolucionar esse nicho do mercado e pode acabar, de forma definitiva, com os sistemas de DOC e TED, oferecidos atualmente pelos bancos. Com a aceleração dos pagamentos, as empresas podem trabalhar com marketing digital para conquistar mais clientes?
Os impactos da Covid-19 na modernização das empresas do Brasil podem ser analisados em números. Segundo um estudo realizado pela CNI – Confederação Nacional da Indústria, 73% das empresas atuam na indústria 4.0 ainda que em estágio inicial de implantação das tecnologias de IoT. Para se ter uma ideia, com a adesão de soluções inteligentes, estima-se que somente no Brasil haverá um corte de custos de R? 73 bilhões ano, sendo R? 35 bilhões de ganho de eficiência, R? 31 bilhões de redução de gastos de manutenção de máquinas e R? 7 bilhões de economia no consumo de energia no setor nos próximos anos mesmo que de forma tímida. Para duas ferramentas que acompanham esse clima de otimismo – marketing digital e Inteligência Artificial – seus dividendos podem aumentar com seus usos adequados e assertivos.
O termo Fake News segue em alta. Mas há uma luz no fim do túnel para reverter essa dor de cabeça: o marketing digital dispõe de ferramentas para combater e identificar se sua empresa é alvo dessa prática maligna, apurar o que está sendo dito e, certamente, reverter o resultado deste jogo com as peças certas.
Que os robôs são um avanço tecnológico incrível e que têm afetado as relações de consumo, isso é um fato. Os seus efeitos aceleraram desde que começou para valer a pandemia do coronavírus, principalmente no Brasil. No entanto, uma pesquisa trouxe um dado sobre o marketing e isto nos obriga a aquele velho jargão de reinventar seus métodos para oferecer soluções aos clientes do “Novo Normal”.
É fundamental entender todo o mecanismo, as variáveis e o que esse “Novo Normal” influência na compra. Unindo a tecnologia e a psicologia, será possível se destacar nesses tempos novos em que as transações cada vez mais são realizadas a todo o momento pela internet.
Por Roberto Marcio Recentemente, uma Live com dois competentes gestores deram o tom para um assunto de fundamental importância para que trabalha diretamente com o marketing digital: afinal, qual a experiência que o cliente poderá […]
A pandemia do coronavírus obrigou a muitas empresas se reinventarem. Com mais pessoas em casa, notou-se o aumento no tráfego do mundo virtual e o marketing digital, como muitas outras áreas, precisou estar atento a esse movimento, aprimorando ainda mais seus métodos e estrutura de trabalho, sem comprometer o desenvolvimento dos negócios. Aliás, uma das eficazes ferramentas – Mystery Shopper Digital – se aprimorou para vencer o desafio de seguir orientando da melhor forma os clientes.